Como montar um planejamento financeiro para o seu negócio

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O que você vai ver nesse texto:

O controle do patrimônio de uma empresa não está ligado somente às entradas e saídas no cotidiano do empreendimento, envolve toda a movimentação dos recursos sob sua administração, o que exige a organização de um planejamento financeiro.

Uma gestão eficiente é fundamental para os empreendedores que desejam garantir a sobrevivência no mercado e a conquistar de cada vez mais espaço.

Nesse sentido, o planejamento financeiro empresarial é um dos principais pontos para assegurar o equilíbrio, ajudando o negócio a garantir melhores resultados.

O que é o planejamento financeiro?

O planejamento financeiro consiste em uma série de práticas e controles para a elaboração ou implementação de um orçamento. Desta forma, a empresa consegue alcançar metas de acordo com as suas dimensões e segmento de atuação no mercado, embora o controle seja de grande valor para negócios de todos os tipos.

Ele funciona como uma ferramenta que pode ser utilizada a curto prazo para ajudar a empresa a lidar com o capital de giro, necessário para o pagamento das despesas cotidianas. 

Também ajuda no longo prazo, especialmente com a necessidade de capital para a realização de investimentos, como a compra de maquinários ou até um imóvel para expandir uma empresa, que pode ser uma fabricante de cerâmica de alta tecnologia, para exemplificar.

Como fazer um planejamento financeiro?

É bastante comum que os empreendedores deixem para pensar em planejamento financeiro quando começa o ano, assim como a maioria das pessoas em suas finanças pessoais. Entretanto, o ideal é começar por volta de setembro, garantindo um início de ano com preparo.

Contudo, melhor ainda é começar o quanto antes o planejamento das finanças da empresa, caso ela não tenha um. Para isso, os principais passos são os seguintes:

1. Entenda o cenário atual da empresa

Um bom exercício para começar é uma análise dos concorrentes da fornecedora de botijão de gás industrial, por exemplo. É válido estudar a quantidade de empresas no mesmo segmento e em que posição sua marca se encontra nessa hierarquia. Além disso, é necessário pensar quão consolidada no mercado a marca está e quem é o seu público-alvo.

Essa ferramenta de administração financeira, funciona como uma avaliação de riscos futuros, que incentiva a adoção de medidas compatíveis com os resultados esperados. Por isso depende de uma avaliação completa do cenário atual da empresa.

Os números permitem uma análise precisa do patrimônio, incluindo:

  • faturamento dos anos anteriores e quanto isso representa em crescimento;
  • faturamento mensal e como a sazonalidade afeta os resultados;
  • possibilidade de crescimento do mercado no próximo ano;
  • estrutura atual da empresa e sua capacidade para o crescimento;
  • possibilidade de transformar ou agregar um novo mercado ao negócio;
  • disponibilidade de todas as informações necessárias para decisões financeiras;
  • disponibilidade de recursos para investimentos visando o crescimento;
  • desempenho mensal desejado para atingir a meta;
  • existência de contas extras à pagar;
  • possibilidade de ocorrência de eventos diferenciados que impactem no negócio.

Ao desenvolver um relatório sobre o cenário atual da empresa, uma ideia é consultar os colaboradores, que podem ter sugestões para acrescentar ao plano.

2. Preveja o cenário futuro da empresa

Depois de compreender o contexto atual, podemos seguir para a consideração dos fatores internos e externos que podem interferir no patrimônio empresarial. Uma dica é o uso da análise SWOT, avaliando forças, fraquezas, oportunidades e ameaças ao negócio.

Nessa etapa do planejamento é preciso ter em mente que não adianta tentar aumentar o faturamento em um momento de dificuldades internas e externas. É necessário projetar as receitas e despesas, considerando o mercado em que a locação de compactador de solo, por exemplo, está inserida.

Até porque a saúde financeira não está ligada a quanto dinheiro a empresa tem, mas sim como ela administra os seus recursos. 

Alguns projetos podem demandar empréstimos bancários. Nesses casos, é necessário calcular o retorno do investimento e a viabilidade de arcar com as parcelas, sem comprometer o capital de giro da empresa, pois é ele que consegue garantir a viabilidade de vendas a crédito e pode ser necessário em caso de imprevistos.

3. Conheça seus custos

Depois de entender o ciclo financeiro, é recomendável a compreensão do processo produtivo, que pode estar ligado a um produto ou à prestação de um serviço, como a manutenção de equipamentos de laboratório, por exemplo.

É preciso entender quais os recursos consumidos na atividade e qual é o custo da prestação de serviço em si. A definição dos valores é muito importante para a precificação correta. Basta lembrar que um produto ou serviço com preço errado pode gerar muitos prejuízos.

4. Acompanhe a movimentação financeira

Esse recurso, também envolve ferramentas como o Fluxo de Caixa e Controle de Caixa, DRE (Demonstração do Resultado do Exercício, que detalha o resultado líquido de uma atividade), e balanço do patrimônio.

As ferramentas são importantes para ajudar na gestão e administração dos recursos, com relatórios detalhados orientando as tomadas de decisões.

As notas fiscais não só mantêm os fornecedores de produtos hospitalares em dia com as responsabilidades fiscais, como também ajudam na documentação e orientação de projeções. Elas aumentam as chances de escolher regimes tributários mais adequados nos próximos anos.

O rígido controle de gastos de cada departamento da empresa com noção de ROI (do inglês Return on investiment, ou retorno sobre o investimento), facilita o planejamento financeiro.

Além disso, a documentação contábil envolve o recebimento de matéria-prima para a fabricação de estrutura metálica residencial, por exemplo, com checagem dos impostos, registros de valores pagos e recebidos. Isso ajuda a administração financeira na identificação dos fornecedores com os quais pode ser útil tentar uma renegociação.

5. Use o orçamento como um aliado

A organização financeira e o orçamento empresarial são ferramentas complementares. O orçamento deve ser feito com atenção ao histórico financeiro da empresa e suas projeções para o futuro.

Ele deve ser planejado com o máximo de detalhes possível e com a definição de metas e objetivos que possam ser mensurados, ajudando a guiar as ações. Para isso é preciso ter o orçamento em mente no momento de determinação dos valores que serão gastos e recebidos, e o comportamento desse fluxo com o passar de certo período.

6. Promova o planejamento financeiro empresarial

É necessário gerar engajamento, organizando cada detalhe, estabelecendo metas e indicadores. Esse cuidado se faz presente não só no plano de ação da empresa, mas também nas tarefas realizadas diariamente, em busca dos resultados desejados.

Se uma empresa deseja crescimento, captação de recursos para investir em marketing, entre outros tipos de investimentos, eles também devem ser devidamente planejados, quantificados e detalhados. Desta forma, o controle das contas tem maiores chances de corresponder à realidade desejada.

7. Use a tecnologia a seu favor

A comunicação e análise dos dados podem ser mais eficientes com o uso de um software de gestão. A automatização dos processos também pode acrescentar tempo e precisão às tarefas, como o controle de contas a pagar,  que permite ampla visão do fluxo de caixa da empresa.

A ideia é entender o empreendimento como um sistema, com todas as áreas integradas e dependendo umas das outras. Apesar de cada um ter um orçamento próprio, os setores comerciais ou até mesmo a linha de produção de uma fabricante de resistência tubular, por exemplo, não funcionam sem o departamento pessoal, o administrativo e o financeiro.

Portanto, um planejamento financeiro eficiente concentra o controle das atividades de todos os departamentos em uma mesma plataforma, com fácil visualização.

8. Considere a ajuda de um consultor

Diversos aspectos das finanças de uma empresa podem demandar uma atenção especial, principalmente quando se está iniciando um negócio. 

Mesmo os empreendedores experientes precisam lidar com a organização de um fluxo de caixa, kit sat fiscal, a necessidade de capital de giro, processos de recebimentos e pagamentos, tributos, entre outros.

A consultoria de um profissional pode ser de grande ajuda. Com os conhecimentos necessários sobre planejamento, o consultor pode dar orientações para promover a saúde financeira, levando em conta características específicas dos negócios, planos de investimentos e tendências de mercado.

O mais importante é que a gestão empresarial esteja sempre atenta para a realização de um planejamento financeiro, organizando todos os documentos de transações e visando mais saúde e crescimento para a empresa, independente do setor em que ela atua ou do tamanho.


Este texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, o qual você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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